Cristãos devem se mobilizar em oração pelos perseguidos e perseguidores, diz pastor

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A perseguição religiosa aos cristãos é uma dura realidade que afeta milhões de seguidores de Jesus Cristo pelo mundo, algo que o pastor chinês Bob Fu entende muito bem, pois ele mesmo enfrentou uma prisão como um dos perseguidos.

Fundador da organização de vigilância religiosa ChinaAid, o pastor Fu tem acompanhado de perto inúmeros casos de perseguição na China comunista e em outros países, como a Coreia do Norte, onde a ditadura também faz vítimas cristãs.

Durante a sua participação em um quadro da emissora CBN News, o pastor cobrou ação dos cristãos, dizendo que não podem ficar de “braços cruzados” enquanto há milhões de irmãos sofrendo intolerância, inclusive com punições severas como tortura, prisão e morte.

“Essa é a principal preocupação e motivação para servir ao Senhor porque quando uma parte do corpo sofre, todo o corpo sofre e não importa onde eles estejam”, disse ele, citando os exemplos da “China, Irã, Coreia do Norte, Nigéria”, onde os cristãos nesses países “são uma parte do mesmo corpo de Cristo, a mesma igreja”.

Palavras de Cristo

De acordo com o pastor Fu, a Igreja deve se mobilizar em oração pelos perseguidos, de fato, mas também pelos perseguidores, a fim de que tenham a chance de reconhecer seus erros e se voltar para Deus.

“Ore pelos perseguidores, por seu arrependimento e perdão e por sua salvação, pelo presidente Xi Jinping também, apesar de sua perseguição implacável”, ensina o pastor ao lembrar das palavras de Jesus.

Mas, ainda que os perseguidores continuem implacáveis, a Igreja de Cristo continuará avançando, como tem sido na China, em parte, justamente devido ao fato da intolerância revelar a natureza verdadeira da mensagem cristã.

“Essa perseguição provará ser fútil e condenada”, conclui o pastor. “A igreja de Deus nunca será destruída e o povo de Deus nunca será derrubado simplesmente acorrentando-os fisicamente. Suas almas e suas orações nunca serão interrompidas, mesmo nas celas prisionais”.

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