Igreja da Lagoinha desmente fake news sobre promover cura gay

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A Igreja Batista da Lagoinha emitiu uma nota desmentindo matérias da imprensa que acusavam a denominação de promover “cura gay” através do projeto Estância Paraíso, um local de oração liderado pela pastora Ezenete Rodrigues.

Uma reportagem da revista Veja afirmava que a “a igreja comandada pelo pastor André Valadão promove uma suposta reorientação da sexualidade”, mas a denominação nega.

Na nota, a igreja informa que a Estância Paraíso tem muitas programações e recebe pessoas diferentes e vindas de todas as partes do país e também do exterior.

A igreja repudia a conduta da imprensa e diz que o material distorce a finalidade dos retiros espirituais de forma leviana.

“De maneira irresponsável, esse jornalismo raso tenta associar essa grande obra de acolhimento e fé a uma absurda e inexistente prática da ‘cura gay’”, diz a igreja.

Leia na íntegra:

É simplesmente inadmissível testemunhar a conduta de certos veículos da mídia que, de forma leviana, vêm nos últimos dias distorcendo a genuína finalidade dos retiros espirituais da Igreja da Lagoinha.

De maneira irresponsável, esse jornalismo raso tenta associar essa grande obra de acolhimento e fé a uma absurda e inexistente prática da “cura gay”. Raso porque uma simples checagem dos fatos desmontaria a pretensa tese.

Os retiros são espaços de acolhimento para todas as pessoas que buscam, pela Fé, tornarem-se melhores. Há, sim, um custo para cobrir despesas com hospedagem, refeições diárias e transporte.

Sim, nossos espaços também aceitam membros da comunidade LGBTQIA+ que se sintam, espontaneamente, desconfortáveis com a vida que levam. É um direito deles, afinal, buscar uma expressão religiosa.

Tentar resumir os retiros a uma pretensa e absurda cura gay é desrespeitar as milhares de pessoas que, só no último ano, procuraram auxílio espiritual, cuja essência reside na profunda reflexão e no aprimoramento dos ensinamentos cristãos.

No que couber, ações de reparação judicial serão desencadeadas para restabelecer a verdade dos fatos e reparar danos. Isso se faz necessário para repudiar uma postura que não apenas calúnia a Igreja da Lagoinha, mas agride a liberdade de crença e a integridade dos fiéis.

Exibir Gospel / Leiliane Lopes

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