Disney é processada por investidor após se opor a lei que protege direitos dos pais

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A postura progressista da Disney vem resultando em péssimos resultados para a empresa, que agora está enfrentando um processo por parte de um de seus investidores, que não aprova a oposição da empresa a uma lei que protege crianças de doutrinação ideológica.

Kenneth Simeone, que é um investidor da Disney, montou um caso com 22 páginas de argumentação contra a empresa, exigindo que os diretores entregassem os registros internos sobre a decisão de se opor à Lei de Direitos Paternais da Flórida, uma das principais bandeiras do governador Ron DeSantis, recentemente reeleito.

A motivação do investidor são os danos “rápidos e severos” causados ao patrimônio da empresa, decorrente de perda de valor de mercado e queda nas arrecadações com bilheterias, assinaturas de streaming, dentre outros.

“As repercussões financeiras das ações da Disney, e os danos resultantes para a empresa e os seus acionistas, têm sido rápidos e severos”, escreveu Simeone na ação apresentada na Justiça.

Esses resultados negativos foram os causadores da demissão de Bob Chapek, que era o diretor executivo do grupo. Além das perdas financeiras diretas, a oposição oficial da empresa à Lei de Direitos Paternais da Flórida resultou em revogação das isenções fiscais que a Disney recebia do governo do estado.

Segundo informações do portal FaithWire, além da perda fiscal, haverá também redução na autonomia da empresa em solucionar os seus próprios problemas de infraestrutura, bem como a liberação automática que existia para pequenas obras de melhorias internas nos parques sediados na cidade de Orlando.

“O que posso dizer é que o estado da Flórida tem sido importante para nós há muito tempo, e nós temos sido muito importantes para o estado da Flórida. Isso é algo de que estou extremamente atento e que articularei se tiver a oportunidade”, disse Bob Iger, o diretor executivo convocado pela Disney para substituir Chapek, durante um evento na Câmara Municipal de Orlando.

Em contraponto, o governador Ron DeSantis – pré-candidato a presidente dos EUA em 2024 – argumentou durante uma entrevista ao apresentador Tucker Carlson, da Fox News, que o estado “não arrastou” a Disney para o debate sobre a lei, observando que a empresa decidiu se opor por conta própria, e não só se opuseram ao projeto de lei, mas ameaçaram ir à Justiça para que o texto aprovado fosse revogado.

“Estes são direitos dos pais, políticas importantes no nosso Estado que são muito populares. E por isso trouxeram isto a si próprios. Tudo o que fizemos foi defender o que está certo. E, sim, eles são uma empresa grande e poderosa. Mas sabem o que mais? Nós defendemos os nossos pais”, acrescentou DeSantis durante a entrevista a Carlson, que detém o programa de maior audiência na TV por assinatura em todos os Estados Unidos.

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