Liberalismo teológico: Igreja Batista ordena pastora lésbica ao ministério

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Uma Igreja Batista em Olinda (PE) está no centro de uma polêmica após ordenar ao ministério pastoral uma mulher homossexual, Adriana Carla Alves e Silva. A congregação tem relação próxima com entidades que endossam as ideologias de esquerda, como CONIC e Aliança de Batistas do Brasil.

A Primeira Igreja Batista em Bultrins, de Olinda, é dirigida pelo pastor Paulo Cesar Pereira, que tem ligação com o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC) e outras entidades de abrangência nacional. Ele foi um dos que acompanharam o concílio de ordenação da pastora lésbica Adriana Carla, que foi anunciado no Instagram da congregação com o uso de linguagem neutra.

Outros pastores que participaram do concílio foram Benedito Bezerra, ex-professor do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil (STBNB) e atualmente docente da Universidade de Pernambuco (UPE), e Bruno Montarroyos, que já foi integrante do colegiado de pastores da PIB Bultrins.

Uma das muitas facetas do liberalismo teológico é o movimento chamado “teologia inclusiva”, que vem cavando seus espaços no meio evangélico a partir de igrejas tradicionais, que se articulam através de entidades como o CONIC e a própria Aliança de Batistas do Brasil (ABB) – essa segunda sendo uma organização antagônica ao rigor doutrinário da Convenção Batista do Brasil (CBB), a maior entidade batista do país.

Entre os batistas mais conservadores teologicamente, assim como em muitas vertentes das Assembleias de Deus e na Igreja Presbiteriana do Brasil, a ordenação de mulheres ao ministério pastoral é uma prática descartada (1 Timóteo 2), embora inúmeros cargos de relevância no funcionamento das congregações sejam conferidos a mulheres.

A homossexualidade é reprovada em textos bíblicos e, a despeito de atualizações propostas por pastores de renome, continua sendo denunciada como um pecado entre cristãos de todas as vertentes, sejam tradicionais/reformados, pentecostais, neopentecostais e católicos. E esse rigor doutrinário é o que explica o surgimento da chamada “teologia inclusiva”, que propõe uma narrativa que nega que as Escrituras reprovem esse tipo de sexualidade.

Fora do Brasil, a Igreja Metodista Unida vem enfrentando seu maior racha nos Estados Unidos devido à postura de setores progressistas que vêm ignorando o posicionamento oficial da denominação e têm ordenado homossexuais ao ministério e incentivado a celebração de união entre pessoas do mesmo sexo nos templos das igrejas.

Um cenário semelhante é notado na Igreja Anglicana, assim como na Igreja Luterana, a denominação nesse espectro de igrejas históricas que mais se aprofundou no liberalismo teológico.

Desvio militante

A ordenação de uma mulher homossexual ao ministério pastoral, com apoio e publicidade por parte de entidades abertamente defensoras das ideologias de esquerda é um sinal de que a postura dos militantes ideológicos no meio evangélico deixou de ser apenas um contraponto narrativo à sã doutrina, e se tornou uma agenda franca de contestação das Sagradas Escrituras.

Há tempos que pequenas investidas são feitas, como por exemplo, manifestações de endosso do CONIC ao ecumenismo, ou mesmo a defesa franca da legalização do aborto. Outras frentes fazem apologia ao feminismo, relativizando sem meias palavras a autoridade bíblica.

Agora, com o retorno da esquerda ao Poder Executivo federal e a chegada de um representante dessa ala ao Congresso Nacional – pastor Henrique Vieira (PSOL) – esses movimentos falam abertamente em subverter os princípios e valores evangélicos, como declarou a advogada Laura Astrolabio, que se apresenta como ex-evangélica e propôs a infiltração nas escolas bíblicas dominicais para sabotar a mensagem pregada nas igrejas.

Durante o concílio de ordenação da pastora lésbica Adriana Carla houve apologia ao ativismo LGBT+, e estiveram presentes representantes da Igreja Batista do Pinheiro – congregação expulsa da CBB em 2016 após decidir por batizar nas águas homossexuais que não se arrependem de sua conduta – e também o reverendo anglicano Esdras Gusmão de Holanda Peixoto, dentre outros entusiastas do progressismo e liberalismo teológico.

Confira no vídeo abaixo a cerimônia de ordenação ministerial da pastora lésbica Adriana Carla Alves e Silva:

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Publicação da PIB Bultrins anunciando o concílio da pastora lésbica Adriana Carla com a imagem de um punho cerrado, símbolo do ativismo de esquerda, um rosário e as cores do ativismo LGBT+

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