Renner vai FALIR? Entenda a crise no varejo e a situação da loja

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Assim como outras lojas, a Renner sentiu, recentemente, o choque de um cenário dominado pela inflação que, consequentemente, gerou o endividamento de milhares de famílias. Com isso, é comum que muitas pessoas deixem de consumir alguns produtos, como roupas, que são o foco da empresa, o que acaba prejudicando o mercado. 

Quer entender como anda a situação da empresa, quais foram os resultados neste mês e o que esperar no futuro? Então continue acompanhando a matéria a seguir para saber de tudo!

Os resultados da Renner neste último trimestre não foram muito animadores. Entenda o que isso quer dizer!
Os resultados da Renner neste último trimestre não foram muito animadores. Entenda o que isso quer dizer! / Foto: divulgação

Renner enfrenta crise na área de varejo

A princípio, a Renner, que é uma das gigantes no varejo do Brasil, registrou, no segundo trimestre de 2023, um lucro de R$ 229,7 milhões, conforme dados divulgados pela empresa na quinta-feira (04/08). Em síntese, esse resultado representa uma queda de 36,3% em relação ao mesmo período de 2022. 

Em comparação anual, vale destacar que a receita da empresa também apresentou queda de 6%, o que representa R$ 2,98 bilhões. De acordo com o pronunciamento da empresa, o cenário macro ainda anda bastante desafiador devido aos juros elevados, ao acúmulo inflacionário e à inadimplência, dados que afetam o consumo dos clientes. 

Inclusive, a empresa destacou que todos esses acontecimentos refletiram em todas as lojas de perfil popular, que estão expostas justamente aos consumidores mais sensíveis às variações de preço. Segundo um balanço da Renner, em relação a 2022, as despesas operacionais aumentaram em 3,4%, o que significa uma alta de R$ 1,09 bilhão. 

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Previsão de melhoria nos próximos trimestres

Apesar da queda de 36% no lucro desse segundo trimestre de 2023, além do recuo de 6,8% nas vendas, as ações abriram a quinta-feira em alta. Conforme as avaliações do mercado, a tendência é que os próximos trimestres devem apresentar uma melhora. 

Por exemplo, grandes bancos de investimento, como o Goldman Sachs e o BTG Pactual, reiteraram que recomendam a compra das ações da empresa. Isso porque ambas as instituições consideram que a Renner está barata na bolsa, o que aponta uma visão mais otimista frente às notícias que parecem tão negativas.

Ademais, vale destacar que, neste segundo semestre do ano, as expectativas são de um aumento gradual na demanda de produtos nos últimos meses, o que implica na retomada do poder de compra dos consumidores. Com isso, tanto a inflação quanto os juros devem ficar mais baixos, o que indica que a matéria-prima para produção deve seguir esse patamar.  

Apesar disso, os bancos alertam que pode haver uma lentidão no crescimento de vendas das lojas varejistas, incluindo a Renner, o que pode afetar os cálculos de investimento. Além disso, há também uma preocupação grande com as concorrentes, como é o caso da Shein, que vêm abocanhando o público ultimamente. 

A preocupação é especialmente salientada com o novo acordo de importação do Governo Federal, que torna o processo de compra facilitado para aqueles que já têm costume de adquirirem produtos nessas lojas online. 

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